Arquivo Mensal: dezembro 2017

Algas Marinhas – Principais Tipos e Benefícios para Saúde

As algas marinhas são plantas aquáticas de água doce ou salgada, que têm a capacidade de produzir compostos orgânicos a partir do CO2. Isto se deve, à sua grande quantidade de clorofila, que permitem que um processo de fotossíntese, muito mais concentrado sob a água, onde a luz do sol não chega com tanta potência. Durante milhares de anos, os orientais têm utilizado os diferentes tipos de algas marinhas como um suplemento alimentar muito poderoso que pode trazer grandes benefícios a nossa vida.

tipos de algas marinhas

Existem muitos tipos de algas marinhas, todas têm um elevado teor vitamínico e mineral em sua composição. Motivo pelo qual, é um excelente complemento para a nossa alimentação, com base em muitas dietas para perder.

Nem todas as algas podem ser encontradas no fundo de rios ou mares, algumas nascem em terra ou na casca de árvores. Mas uma condição indispensável para o seu crescimento são os altos níveis de umidade.

Tipos de algas marinhas e seus benefícios para a saúde.

BENEFÍCIOS DAS ALGAS MARINHAS

Estas plantas aquáticas, contêm muitas propriedades e benefícios, tais como:

  • Eles contêm muitas vitaminas essenciais para o organismo
  • Aceleram o metabolismo
  • Fortalecem nosso sistema imunológico
  • Melhoram o nosso sistema cardiovascular
  • Aumentam os processos neurais
  • Melhoram a cicatrização
  • Você pode ganhar ou perder peso de acordo com a forma que as utilize

TIPOS DE ALGAS MARINHAS

Podemos identificar quatro tipos e todas nos trazem uma grande quantidade de nutrientes, vitaminas e minerais essenciais para uma alimentação balanceada.

CIANOFÍCEAS:

Caracterizam-se por sua cor verde-azulada, devido à presença de clorofila A e de ficocianina. Esta espécie caracteriza-se principalmente pela presença de bactérias fotosintéticas, motivo pelo qual também se lhes chama cianobacterianas. Entre as mais conhecidas desta família encontra-se a spirulina.

RODOFÍCEAS:

Conhecidas também como algas vermelhas, estas são uma das espécies mais ricas em vitaminas e minerais. Estas algas vermelhas, atribui-se a sua cor devido à alta presença de biliproteinas, as quais opacam a cor verde, que originalmente teria as clorofilas A e b, Com diversas variedades de plantas, ocorre o que se conhece no meio naturista como alga Nori. Produto rico em minerais e com uma boa porção de proteínas.

FEOFÍCEAS:

As algas feofíceas são também conhecidas como algas pardas, devido à presença de xantofilas que opacam a cor de sua clorofila natural. Entre as algas marinhas comestíveis mais famosas dessa categoria, podemos nos encontrar com a alga Kombu, que contém fósforo, essencial para manter a mente ativa, e uma grande quantidade de minerais essenciais. Também o Arame pertence a esta família de algas.

CLOROFÍCEAS:

Também chamadas de como algas verdes, são as mais comuns que existe devido a seu valor gastronômico. Estas algas contêm um alto teor de aminoácidos e ácidos nucleicos. Entre suas variedades esta a Caulerpa Lentillifera, muito utilizada em saladas.

ALGAS MARINHAS PARA PERDER PESO

De acordo com o uso que se lhes dê, as algas marinhas podem servir para perder peso. Devido à grande quantidade de propriedades, minerais e nutrientes que contêm. Podemos prescindir de outros alimentos com alto teor de gorduras saturadas e usar as algas marinhas para emagrecer.

No entanto, cabe destacar que a única maneira de perder com elas não é ingerindo. Podemos obter um creme para emagrecimento destas plantas aquáticas, em qualquer loja naturista. A qual, nos ajudará a reduzir medidas, ao aplicar na área do abdômen e das pernas.

Todas as algas marinhas são comestíveis, embora algumas, como o hijiki devem ser consumidas com moderação, já que podem causar efeitos colaterais se abusa delas. No entanto, nem todo mundo tem paladar para elas, as com gosto muito ruim. É por isso, que nós classificamos quais são as populares.

BIOMAC:

As algas marinhas da biomac, de cor azul-esverdeada que foram desenvolvidas especialmente para os amantes do fitness. Esta alga da biomac funciona mesmo para as pessoas que estão com obesas, isto porque contém uma grande quantidade de vitaminas e um valor energético alto.

NORI:

Esta é a alga que é usado para enrolar o sushi, têm a mesma quantidade de vitamina A que é que se pode obter de uma cenoura inteira e uma grande quantidade de proteínas.

HIJIKI:

O espécime mais popular gastronomicamente falando. Contém 1400 mg de cálcio por cada 100 gramas. 14 vezes mais que o leite de vaca em relação com essa porção.

KOMBU:

Alga com um grande valor gastronômico, é usado em ensopados e molhos para massas. Seu alto teor de fósforo é de sua propriedade surpreendente.

ARAME:

Também utilizada na cozinha. Contém um alto nível de cálcio, fósforo e vitaminas A e B.

FUCUS:

Há 3 espécies diferentes de fucus, (serratus, intensiva. e vesiculosus), Mas o que se destaca são suas propriedades para perda de peso, além de estar repleta de nutrientes. É muito utilizada em tratamentos para a obesidade.

WAKAME:

É conhecida como a alga japonesa e se lhe atribui, entre suas propriedades, o segredo da eterna juventude dos japoneses. Particularmente, a alga wakame é que podemos utilizar em muitos pratos, como saladas, sopas, sushi e até sucos.

Agora que já conhece os diferentes tipos de algas marinhas e suas múltiplas propriedades, você pode consumir estas plantas com total confiança.

Obesidade e Disfunção Erétil – Principais Causas e Tratamentos

É bastante comum que nos perguntem se a obesidade dificulta as relações sexuais. Se bem que muitos obesos não têm qualquer tipo de problema, em geral, a obesidade pode representar uma dupla problemática: do ponto de vista da saúde e da estética.

obesidade causa impotência sexual

Alguns obesos nos referem que evitam os encontros eróticos para “que não os vejam bem”, e de tal maneira escondem seu corpo, não desejando que os observem nudez; também há outros em que a “gordura” é um mecanismo de defesa para evitar os encontros afetivos e eróticos: “como estou gordo não posso estabelecer um vínculo”, quando a dificuldade é anterior ao excesso de peso. Obviamente que, se bem Eros sucumbe perante estes conflitos com a fisicalidade, não podemos deixar de mencionar que o excesso de peso representa um fator de risco cardiovascular (em maior medida em que o homem, mesmo que na menopausa a mulher é equiparada ao homem). Há um conceito mítico de “os gordos como seres alegres, felizes, que gostam da vida e sexo” e, talvez, seja assim em alguns casos. Mas se falamos de obesidade, franca e não de “uns quilos a mais”, é sabido que aumenta a morbi-mortalidade, o que questionaria o mito do “gordinhos que não tem problemas”.

Alguns setores da sociedade a discriminação aos obesos com atitudes humilhantes ou vexatórias: no colégio (onde são objeto de bullying –assédio escolar-) por parte dos colegas; na universidade, no trabalho ou familiar; causando sentimentos de inferioridade, exclusão e depressão, que levam, em alguns casos, a um descuido geral na aparência e para complicar ainda mais a sexualidade.

As relações sexuais também dificultam por via indirecta: baixa auto-estima, rejeição a seu próprio corpo e à companheira, sentimentos de desvalorização (“eu sei que ela não gosta mais do meu corpo”, costumam dizer), o que muitas vezes trasunta em uma diminuição da libido e desejo sexual hipoactivo. No homem, incide tanto na estética como na maior padecimento de doenças cardiovasculares.

As causas hormonais, a obesidade não costumam ser as mais frequentes, embora sabemos que o hipotireoidismo -mais comum em mulheres, pode trazer preparado um duplo efeito: aumento de peso e diminuição do apetite sexual. A queda androgênica e a subida de prolactina pode causar em perda de massa muscular e ginecomastia, por exemplo.

Há graus de obesidade em que, os homens, não chegam a ver os órgãos genitais devido à adiposidade abdominal e isso dificulta certas posições sexuais. Costumam ter desajustadas as variáveis metabólicas (colesterol e triglicerídeos altos, diabetes, mesmo sem tratamento, hipertensão) associadas à vida sedentária que, em muitos casos, resulta em um quadro de impotência franca (não nos esqueçamos de que na resposta erétil, há um componente vascular importante), a qual, é claro, deve ser tratada especificamente, mas devem ser corrigidos os fatores de risco, como condição indispensável; ao ponto que tratá-los em conjunto com os nutricionistas e médicos.

Enfatizarmos que a obesidade não é apenas um problema estético, mas principalmente de saúde. Em um trabalho sobre Sildenafil e fatores de risco apresentado no Congresso da American Psychiatric Association -APA- (Chicago, 2000) em mais de 90 pacientes, demostrou como Sildenafil era mais eficaz se não tinha fatores de risco maiores (FRM): entre eles estava a obesidade, que quase sempre é acompanhada com hipertensão arterial (HTA), sedentarismo, colesterol alto, às vezes diabetes.

A obesidade opõe uma maior resistência ao coração e às artérias, constituindo um fator de risco para a hipertrofia cardíaca, doença cardíaca, disfunção sexual e hipertensão arterial.

Relativamente ao perigo, das relações sexuais, o consenso é que uma pessoa com vários FRM pode sofrer um evento cardiovascular durante o ato se, por exemplo, ao subir dois andares de escada a passo rápido (esforço semelhante ao de um coito) apresenta dores no peito ou forte fadiga (sensação de falta de ar marcado) ou não atinge a 6 Mets na ergometría. Agora, se o obeso pode realizar esse esforço, ou mais (alguns fazem danças, ginástica aeróbica, futebol, tênis, chegando a superar os 6 Mets), sem sintomas, não haveria este tipo de problemas com as relações sexuais. Obviamente que, se aparecem palpitações ou lhe sobe a pressão arterial (detectado, às vezes, por fortes dores de cabeça geralmente localizados na região cervical posterior) deve suspender o ato.

Podem ser utilizados posições com menos despesa: como ele ser baixo, deitado de barriga para cima, e que a mulher é a que se move (ou vice-versa, se é mulher), e diminuir a intensidade do bombeamento ou do movimento pélvico. De todas as maneiras, nos pacientes obesos devem ser feitos controles médicos (exame clínico, ECG e ergometrías –se for o caso, estudos de perfusão miocárdica-, Doppler de pescoço, análises, Rx de tórax) por motivos de saúde, não só por sua vida sexual.

“Esse sintoma da impotência salvou-me a vida, porque não teria consultado pela obesidade, o colesterol alto e tabagismo, e menos pela minha vida sedentária. Me dou conta que havia me abandonado”, revela João Costa, 48 anos.

Obesidade – Algumas definições

A obesidade é uma condição de caráter crônico, pode ser mudado através de diferentes medidas ou hábitos de vida. Hoje é definido como um índice de massa corporal maior que 30. O índice de massa corporal (IMC), body mass index, é o resultado de dividir o peso em quilogramas do corpo pelo quadrado de sua altura em metros.

Os valores entre 18 e 25 indicam peso normal, entre 25 e 30 acima do peso, e mais de 30 obesidade.

A Disfunção Erétil (DE) é a incapacidade de obter e/ou manter uma ereção suficientemente rígida, que permita uma relação sexual satisfatória e, geralmente, a expressão de outras afecções, psicológicas ou orgânicas.

Em estudo epidemiológico realizado em Massachussets, USA, no ano de 1993, com um montante de cerca de 1300 homens entre 40 e 70 anos, foi demonstrado que o excesso de peso duplica a incidência de Disfunção Erétil.

Não menos importante, habitualmente associado aos fatores psicológicos, em maior ou menor grau, existe no paciente obeso, uma série de distúrbios metabólicos que podem influenciar a resposta vascular e hormonal necessárias para uma adequada resposta erétil.

É comum encontrar pacientes obesos com vários FRM associados: diabetes, dislipidemias, HTA, tabagismo, excesso de gorduras saturadas e colesterol na dieta, estilo de vida sedentário, depressão.

Todos estes fatores, concorrentes ou não –em alguns casos configuram o chamado Síndrome Metabólica-, são favorecedores de lesão das camadas internas das artérias (endotélio), com perda da elasticidade e às vezes com estenose, parcial ou total, das mesmas. De lá, podemos pensar que, se há uma disfunção erétil de causa vascular, isso seria um indicador de que pode haver problemas em outras artérias do organismo. Muitos pacientes –como é o caso do testemunho do João Costa – jamais se tivessem chegado ao médico por sua obesidade, por serem grandes fumantes, por ter hipercolesterolemia, a glicemia ou pressão alta, ou porque tinham angor ou parestesias em membros inferiores ao caminhar, mas sim quando apresentam episódios de disfunção erétil.

Síndrome Metabólica e disfunção erétil

disfunção erétil

O critério para defini-lo depende do painel de especialistas consultado. O National Cholesterol Education Programme (NCEP) em 2001, estabeleceu que é diagnosticada Síndrome Metabólica com 3 ou mais dos seguintes critérios:

  • Glicemia basal maior ou igual a 110 mg/dl
  • Obesidade abdominal (centro-abdominal)
  • Homens: cintura superior a 102 cm
  • Mulheres: cintura maior que 88 cm
  • Índice de massa corporal: maior a 28,8 Kg/m2.
  • Trigliceridemia maior ou igual a 150 mg/dl
  • HDL Colesterol
  • Homens: menor que 40 mg/dl
  • Mulheres: menos de 50 mg/dl
  • Pressão arterial maior ou igual a 130/85 mmHg

Também é conhecido como:

  • Síndrome de Reaven
  • Síndrome X
  • Síndrome de insulino-resistência
  • Síndrome dismetabólico
  • Dislipemia aterogénica
  • “O quinteto da morte”

O risco de obesidade, centro-abdominal

De todos eles, o maior risco é a obesidade centro-abdominal: circunferência da cintura superior a 102 cm para homens e 88 para as mulheres.

O tecido adiposo que se deposita na região abdominal ao não responder à insulina, é metabolizada de forma diferente do que a gordura de outras partes do corpo: divide-se mais rapidamente em glicerol e ácidos graxos, o fígado aumenta a produção de glicose e triglicerídeos e o músculo consome menos glicose.

Ao aumentar o pâncreas na produção de insulina também aumenta a reabsorção do sódio, elevando os níveis de tensão arterial.

Existe uma clara evidência de progressão paralelo entre a insulino-resistência e a disfunção endotelial e isto prediz eventos cardiovasculares. Sabemos que a diminuição na produção de óxido nítrico (ON) que isto acarreta. O ON promove o relaxamento do músculo liso cavernoso e a vasodilatação, inibe a agregação plaquetária e trombose tanto a adesão dos monócitos, a inflamação e oxidação, processos que danificam a parede vascular. Em contrapartida, a angiotensina II promove dano vascular.

A insulino-resistência está muito ligada com a adiposidade visceral e dados recentes sugerem que os ácidos gordos livres são responsáveis por esta associação. Proteínas derivadas da secreção do adiposito, denominadas adipokinas, cumprem um papel importante no desenvolvimento da insulino-resistência. A disfunção endotelial aparece relacionada com outros marcadores como a Proteína-C reativa, a adinopectina e o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa). Agora você está estudando o da leptina. Se bem que a adinopectina parece atenuar a inflamação vascular, seus efeitos são reduzidos à sua mínima expressão em pacientes obesos ou que sofrem de Síndrome Metabólica.

Todos estes fatores também produzem disfunção endotelial nos corpos cavernosos e podem produzir.

Mecanismos de disfunção endotelial na Síndrome Metabólica

  • Aumento do stress oxidativo
  • Aumento da oxidação das LDL
  • Diminuição da HDL
  • HTA
  • Hiperuricemia
  • Hiperglicemia
  • Aumento de ácidos graxos
  • Aumento de adipokinas pró-inflamatórias: TNF, leptina

A hiperglicemia, dislipidemias e a HTA, tão frequentemente associadas à obesidade produzir um dano progressivo do endotélio do tecido cavernoso alterando a geração de óxido nítrico, impedindo o relaxamento do músculo liso cavernoso, e modificando a cascata de ações que produzem a vasodilatação e a ereção.

Durante a flacidez do músculo liso cavernoso –por efeito do sistema adrenérgico sobre os receptores alfa1 pós-sinápticos e alfa2 pré e pós-sinápticos – está contraído, o que faz com que o fluxo de sangue é baixo. Quando ocorre o estímulo erótico e a excitação sexual, por vias parasimpáticas e ocitocinérgicas –sempre e quando o tônus adrenérgico está diminuído – se enviar informações para a neurônios não promove estimulação alfa-adrenérgica/não colinérgicas e ao endotélio das artérias do pênis, se libera óxido nítrico a partir do aminoácido L-Arginina –por citrulina – por efeito da enzima óxido nítrico sintetasa, fazendo com que os vasos do pênis dilatem por ação da guanilato ciclase, resultando em um nível aumentado de GMPc, com a entrada de uma maior quantidade de fluxo sanguíneo. Por sua vez, ocorre por um mecanismo duplo –um ativo e outro passivo-, a compressão das veias por onde retorna sangue, gerando, como consequência, uma rigidez suficiente.

Toda a lesão da íntima endotelial, ou do músculo cavernoso, ou do mecanismo de contenção venosa pode causar dificuldades na ereção. Quanto mais FRM, maior é a probabilidade de se desenvolver uma disfunção endotelial. O obeso que fuma, tem mais chances de desenvolver uma. Se vai acrescentando outros fatores de risco, a taxa de incidência costuma ir em aumento: a HTA e diabetes duplicam e triplicam, respectivamente, o risco de sofrer de algum grau de Disfunção Erétil.

As alterações do eixo hormonal anabólico e tireoidiano em tais pacientes podem colaborar afetando a área do desejo e da excitação. As conseqüências cardíacas e vasculares do excesso de peso, o sedentarismo, e sem dúvida alguma, os efeitos negativos de certos medicamentos (antidepressivos e antipsicóticos, anti-hipertensivos, anti-androgénios, diuréticos), podem também modificar a resposta sexual.

É por isso que, na abordagem diagnóstica e terapêutica da disfunção erétil de pacientes obesos, serão considerados integralmente estes fatores psicosexológicos, orgânicos e medicamentosos para alterá-los quando possam ser revertidos, já que são as primeiras medidas a ter em conta face à Disfunção Sexual.

Tratamento para Disfunção Erétil em Obesos

1 – Orgânicos:

Permitem diminuir a gravidade da DE e favorecem uma melhor resposta terapêutica a medicação indicada para o seu problema sexual.

  • Diminuir o excesso de peso.
  • Mudanças em estilos nutricionais: dividir as refeições em pequenas quantidades e menos espaçadas entre uma dose e outra, incluir o café da manhã (para “sair do jejum noturno” e evitar a hipoglicemia, que produz fome agravada); diminuição de calorias totais, carboidratos simples e gorduras saturadas. Preferir alimentos integrais. Aumento de ingestão de saladas, frutas, peixes de mar e de fibras dietárias (farelo de aveia e de trigo).
  • Diminuir o sal nas refeições.
  • Corrigir a hipertensão, o colesterol e triglicerídeos elevados, a hiperglicemia.
  • Modificar hábitos, como o tabagismo ou alcoolismo.
  • Promover a atividade física controlada.
  • É imprescindível o controle médico periódico.

A Ação Dinâmica Específica (ADE) é o aumento do calor produzido pelo gasto de energia que ocorre pelo só fato de comer, digerir e absorver cada alimento. Depende de: quantidade de alimento ingerido, metabolismo basal e estado nutricional do indivíduo.

A ADE é menor se o alimento não tem fibra. Quanto maior a ADE maior será a produção de calor e o gasto energético em absorver esse alimento e, portanto, perderão muitas calorias que sob outra forma do alimento o organismo das ganharia peso. Os alimentos ricos em fibras têm uma alta ADE.

Os obesos são talvez os mais prejudicados com as dietas anunciados, para eles, destina-se uma bateria de fraudes nutricionais e curas milagrosas que dificilmente o homem comum lhe tenham passado despercebidas. A partir das manipulações dietéticas baseadas em proteínas e gorduras (cetogénesis), de baixa caloria dietas extremas, electroestimuladores localizados, os choques elétricos musculares, até pílulas de espirulina (alga), anfetaminas e perigosos bloqueadores de absorção, o que, embora de ação transitória, provocam uma síndrome direito de má absorção.

Mas com base no excesso de peso e obesidade especificamente, as palavras dieta ou regime são vocábulos que são utilizados para definir uma prescrição alimentar com um início e um fim, daí que ao começar a praticá-la se está começando também a pensar no que se vai poder comer quando terminar a dieta ou regime; por isso que as dietas são reiniciados, mudam, se modificam e se abandonam. Há um fenômeno que tem a ver com a nossa evolução e é que há um espelho muito antigo, que se crie vem da época das cavernas, onde era fácil encontrar-se com períodos de fome e o organismo deveria se acostumar a guardar, assim como guardam os ursos quando hibernam para poder aguentar sem comer. Quando iniciamos uma dieta geralmente perdemos muitos quilos em poucos dias, e depois nos torna mais difícil. Mas ao sair e voltar ao tempo a tentar, nosso organismo lembra-se daquele reflexo, interpreta-a como um período de fome e começa a guardar e depositar gordura tornando-se difícil a perda de peso”.

Fatores que melhoram a função endotelial

  • Exercícios e dieta
  • Parar de Fumar
  • Estatinas
  • Inibidores da PDE-5 (Sildenafil, Vardenafil, Tadalafil)
  • Inibidores da ECA
  • Antioxidantes (vitaminas C e e, carotenóides, polifenóis, licopenos, ácido alfa-lipóico, coenzima Q10, Zinco, Cobre, Selénio)
  • Vitaminas do complexo B (B1, B6, B12, ácido fólico)
  • Substituição estrogênico (em mulheres)
  • L-Arginina (aminoácido)
  • Ômega 3 e 6
  • A aspirina, por seu efeito antiagregante e inibidor do tromboxano

Há trabalhos que falam do efeito protetor dos ANTIDEPRESSIVO (sertralina, fluoxetina)

2 – Psicosexuales:

Modificar certos conceitos e tabus em torno da obesidade e disfunção erétil, e promover o diálogo sexual do casal melhora a relação geral e erótica da mesma, aumentando a auto-estima, e o atrativo físico. Explicar posições que permitam praticar sexo com mais prazer e segurança. Trabalhar terapeuticamente sobre as alterações do esquema corporal, como o fato de que a habitam “um corpo que lhes é estranho” ou que o pênis fique coberto pelo tecido adiposo e os pacientes referem que “têm os órgãos genitais mais pequenos”.

Falta ou inadequado estímulo sexual, ausência de comunicação no casal, medo do fracasso, são outros fatores que podem estar envolvidos em uma má resposta sexual neste grupo de pacientes.

3 – Medicamentosos:

Rever e modificar, se possível, a utilização de drogas que inibem a resposta erétil: antidepressivos, anti-hipertensivos –bloqueadores beta, diuréticos, anti-androgénios, sedativos) ou que aumentam de peso (alguns antidepressivos, sulpirida, antipsicóticos, a ciproheptadina) e alguns que fazem descer de peso, embora essa não seja a indicação primária (fluoxetina, topiramato). Também contamos com medicamentos como a sibutramina e o orlistat para redução de peso, e o rimonabanto, recentemente lançado no mercado com grande expectativa, que, atuando em diferentes níveis da síndrome metabólica.

Um fato a destacar é que, em caso de cessação do tabagismo, há grandes chances de engordar por isso é importante associar as medidas dietéticas e aumentar a atividade física.

Tratamento da disfunção erétil associada à obesidade

Além dos fatores acima mencionados, o uso de medicamentos orais, eficazes e seguros, como o Sildenafil, Vardenafil ou Tadalafil (5 mg de cialis diário) como primeira linha de tratamento, permitirá melhorar progressivamente a resposta erétil afetada no paciente obeso.

Naqueles onde se detecta a diminuição da testosterona e para que não haja risco prostático, será substituído por via oral, transdérmica (em gel) ou injetável. Se tem visto em muitos pacientes que, tendo andrógenos baixos, respondiam ligeiramente os inibidores da PDE-5.

Em muitos casos, concomitantemente com uma breve Terapia Sexual, focada e de objetivos concretos e limitados, é bastante eficaz, potencializando a ação do fármaco oral (ação sinérgica). Também são úteis os trabalhos em grupos de obesos, para dar contenção e suporte para os efeitos do declínio ponderal.

Em casos que não respondem aos medicamentos orais pode tentar com drogas intracavernosas como a papaverina, fentolamina e prostaglandina E1 (alprostadil).

É comum, pacientes que nos visita pela “impotência” e porque eles querem saber se podem tomar o cialis, quando vêem que melhoram a sua resposta sexual encontram-se mais motivados a encarar as mudanças conducentes para combater a obesidade e outros fatores de risco. Além disso, compreendem que a queda de seu peso para valores aceitáveis também tem ligações com uma valorização de si mesmos, com uma sexualidade mais agradável e uma melhor qualidade de vida.

Obesidade e Doenças Relacionadas – Saiba a Verdade!

A obesidade é uma grave doença crônica que afeta o sistema primário de seu corpo severamente. As pessoas que são obesas ou acima do peso têm um risco maior de desenvolver doenças graves como Diabetes Tipo 2, Doença Cardíaca e Doença Óssea.

obesidade

Nos EUA, uma pesquisa disse que 31% dos homens e 35% das mulheres são consideradas como excesso de peso. Leia esta perda de peso guia para estar no lado seguro. Aqui estão alguns dos obesidade ou problemas relacionados com o peso em Adultos.

Alta pressão arterial

No caso da Obesidade, a gordura do tecido extra fica acumulada no corpo. Esta gordura extra de tecido precisa de mais nutrientes e oxigênio para viver, que fazer com que os vasos sanguíneos para bombear mais sangue para o tecido gordo. Este aumento na exigência de sangue faz com que o coração a bombear mais sangue através dos vasos sanguíneos, causando mais pressão sobre os vasos sanguíneos. Isso leva a um aumento na pressão arterial.

Doenças do Coração

Em pessoas obesas, os casos de artérias endurecidas são 10 vezes mais do que em pessoas comuns. A doença cardíaca é também comum em pessoas obesas. Isso é devido a depósitos de gordura nas artérias e impedem a optimização do fluxo de suprimento de sangue para o coração. Este Bloqueio do fluxo de sangue pode causar uma dor no peito ou ataque Cardíaco e até mesmo em pior condição que pode levar a acidente vascular cerebral.

Diabetes

Uma das principais causas do diabetes é a obesidade. A obesidade pode causar resistência à insulina, hormônio. Este hormônio ajuda a regular os níveis de sangue em nosso sangue. Quando a obesidade restringe a produção de insulina, o nível de açúcar no sangue aumenta, causando o diabetes. Até mesmo um nível moderado de obesidade pode aumentar o risco de Diabetes.

Apnéia do Sono e problemas respiratórios

A apneia do sono faz com que alguém a parar de respirar por um pequeno período. Isto pode causar insônias, como interrupções do sono durante a noite. A obesidade também causa problemas respiratórios por causa do aumento do peso da parede torácica que aperta para baixo os pulmões. A apneia do sono também está relacionado com a pressão Arterial alta.

Osteoartrite e Problemas comuns

Obesidade pode afetar os quadris e joelhos por causa do estresse colocado sobre as articulações, o novo peso. Cirurgia de substituição da articulação não é sugerido para a pessoa obesa como articulação artificial têm maior risco de afrouxamento e danos devido ao excesso de peso.

Síndrome Metabólica

A Síndrome Metabólica tem sido identificado como um fator de risco para doença cardiovascular. Síndrome metabólica consiste, basicamente, em cinco tipos:

  • obesidade,
  • pressão arterial elevada,
  • altos níveis de colesterol,
  • aumento de alguns fatores de coagulação,
  • resistência à insulina.

No Brasil, aproximadamente um terço dos adultos obesos sofre desta síndrome metabólica.