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Obesidade aumenta o risco Câncer – Entenda com ocorre a Relação

A associação entre a obesidade e doenças metabólicas é de domínio geral, no entanto, poucas pessoas estão ao corrente do risco extra, que representa o excesso de peso na hora de ter ou não um câncer.

Todo mundo é ciente de que o excesso de peso está associado com um maior risco de desenvolver diversas doenças. Mas há mais, as mais conhecidas são a diabetes tipo 2 e da doença cardiovascular, que por sua vez são uma importante causa da perda de qualidade de vida como de morte. Tanto é assim que a obesidade tornou-se um importante problema de saúde pública em todo o mundo: nas últimas quatro décadas, a obesidade tem aumentado sua prevalência até o ponto de duplicar entre as mulheres e triplicar no caso dos homens.

obesidade e câncer

A este respeito, basta saber que, em 1980, o número de pessoas que em todo o mundo estavam em situação de sobrepeso e obesidade se cifravam em torno de 857 milhões, contra os cerca de 2.100 milhões em 2013. Não obstante, e embora seja um fato conhecido desde há décadas, poucas pessoas estão conscientes do aumento do risco de ter excesso de peso com relação às probabilidades de vir a desenvolver algum tipo de câncer. Neste artigo desvelaremos o que se sabe e o que se suspeita sobre este tema, bem como as razões.

O câncer e a obesidade

As cifras relativas ao câncer são arrepiantes: na atualidade, representa a principal causa de morte em todo o mundo, chegando a ser estimado, em 2008, que a cada ano são diagnosticados 12,7 milhões de novos casos, o tempo de provocar em torno de 7,6 milhões de mortes anualmente. E a obesidade é, em certa medida, a promotora de boa parte destes valores. Assim destaca um recente artigo publicado no passado mês de fevereiro na prestigiada British Medical Journal que analisou o conhecimento científico publicado até agora sobre a relação entre obesidade e o risco de câncer.

Para este estudo os autores revisaram mais de uma centena de artigos em que se estudava a relação entre câncer e obesidade, e concluíram que para os 36 tipos de câncer avaliados encontrou-se uma forte evidência entre o excesso de adiposidade e 11 cancros específicos, a saber: câncer de cólon, reto, trato biliar, fígado e vesícula biliar, pâncreas, mama, endométrio, ovário, rim, duodeno (a separação anatômica entre o esôfago e o estômago), um certo tipo de câncer de esôfago (adenocarcinoma), e um tipo de câncer de medula óssea (mieloma múltiplo).

Ao mesmo tempo, os pesquisadores afirmam em seu estudo que é possível que possa haver mais articulação entre a obesidade e outros tipos de câncer, mas que, até agora, essa evidência é, no momento, relativamente fraco (a diferença de a evidência existente para os cancros acima mencionados, que é alta).

E não, não se trata nem muito menos de dados novos. A relação entre o excesso de adiposidade e diversos tipos de câncer é conhecido há anos. Sem ir mais longe, o Relatório da Fundação Mundial para a Pesquisa do Câncer junto com o Instituto Mundial para a Investigação do Cancro, já alertou para este tipo de relações, no ano de 2007. Há que ter em conta também que este relatório, apesar de uma certa idade, está em contínua revisão e até à data, não foi alterado no que diz respeito a questão que nos ocupa, mais ao contrário, tem sido reforçada.

Assim, em resumo, em português do relatório “Alimentos, nutrição, atividade física e prevenção do câncer” é possível contrastar o risco aumentado, que pressupõe em relação a diferentes tipos de câncer a ter um excesso de gordura corporal, o tê-lo localizada na região abdominal e até mesmo o sedentarismo, entre muitas outras variáveis do estilo de vida, nomeadamente ligados aos hábitos alimentares. Do ponto de vista causal dos alimentos, questões nutricionais e atividade física com o risco de desenvolver vários tipos de câncer (tanto de forma positiva como negativa), bem como com o aumento de peso, sobrepeso e obesidade.

Como é possível a obesidade influenciar o risco de câncer?

obesidade mórbida

A verdade é que há várias explicações; cada uma à sua maneira, para justificar o aumento do risco de vários tipos de câncer. Vejamos algumas possibilidades bastante lógicas e até mesmo bem diferenciadas:

A quantidade de gordura corporal influencia de forma significativa os níveis de várias hormonas e factores de crescimento. Até o ponto em que a dia de hoje, o tecido adiposo é assumido como um órgão endócrino –mais ou menos difuso– que como um mero tecido para o acúmulo de calorias. Assim, e no que diz respeito às questões mais evidentes, as pessoas com obesidade apresentam uma probabilidade alta de ter a insulina e a leptina elevadas, fato que por si só promove o desenvolvimento e crescimento de células cancerosas. Além disso, aumenta a resistência à insulina, o que promove estados mantidos de grupo que, por sua vez, aumenta o risco de câncer de cólon, endométrio, rim e, possivelmente, de pâncreas.

Por sua vez, e no caso dos homens, a obesidade está relacionada com baixos níveis de testosterona, que estão associados com maior risco e pior prognóstico nos casos de câncer de próstata.

Além disso, a obesidade está associada a um pior estado inflamatório. O caso é que essas pessoas o tecido adiposo possui uma maior infiltração de macrófagos (células especializadas do sistema imunológico) que constituem uma importante fonte de inflamação no tecido. Neste contexto, os adipócitos do tecido adiposo produzem mais fatores pró-inflamatórios, observando-se que as pessoas com obesidade há concentrações mais elevadas de fator de necrose tumoral (TNF) alfa, interleucina (IL)-6 e de proteína C-reativa, em comparação com as pessoas magras. Em resumo: a obesidade favorece os estados inflamatórios que, por sua vez, estão relacionados com o risco de vários cancros.

Por outro lado, a obesidade é um fator de risco para sofrer pequenas séries de colecistectomia hepática não alcoólica (fígado gordo não alcoólico), um estado que pode progredir para cirrose e, portanto, para um maior risco de desenvolver câncer de fígado.

Ao mesmo tempo, a obesidade é uma causa conhecida de formação de cálculos biliares, uma situação que está associada ao aumento do risco de câncer de vesícula biliar.

Em relação com a pressão arterial, o excesso de gordura corporal aumenta o risco de hipertensão, uma variável diretamente relacionada com o desenvolvimento de câncer de rim.

Por último, um excesso de adiposidade na região abdominal exerce, por sua vez, uma maior pressão sobre o abdômen, o que é fácil, que conduza ao refluxo gastroesofágico e de lá para o dano celular associado nesta região anatômica e por tanto o conhecido como câncer na região do esôfago e do estômago.

Veja o artigo sobre Obesidade e Doenças Relacionadas.

Prevenir o excesso de peso é prevenir o câncer

É frequente pensar-se que o câncer é fundamentalmente uma doença genética. Sem fazer de menos a esta importante variável, e apesar de que em menor ou maior medida, todo o mundo tem uma sensibilidade inata para diferentes doenças, na maior parte dos casos, a doença só acontece quando é facultada, também, por fatores externos. E, neste caso, está muito bem comprovada, que o excesso de gordura corporal é um importante fator de risco para sofrer de vários cancros.

Desta forma, vários estudos têm estimado o percentual de casos de câncer poderiam ser evitados se todo o mundo a manter um peso saudável. Deste modo, e sem ter em conta as diferenças entre os gêneros, se evitasse a obesidade, se evitariam 21% dos cânceres nos Estados Unidos, 17% dos do Reino Unido, 12% dos do Brasil e 9% da China.

Metabolismo Lento? Guia explica como Acelerar Naturalmente

Apesar de, geralmente, ser uma desculpa típica: “…não consigo perder peso, porque eu tenho um metabolismo muito lento…”, se relaciona com a tireoide, uma glândula que se encarrega de regular tudo o que está relacionado com reações energéticas no corpo, como o metabolismo basal.

metabolismo lento

A principal causa do metabolismo lento é manter hábitos pouco saudáveis: vida sedentária, má alimentação, obesidade, falta de movimento. Se você realmente deseja acelerar o seu metabolismo e conseguir gastar mais energia e calorias, fique atento as dicas do artigo.

Como Aumentar o Gasto calórico?

Tente ir a pé para os destinos mais próximos: comece a reduzir o uso do carro; se você estiver no ônibus ou metrô, desça na estação em alguma parada antes; vai ao trabalho de bicicleta; deixe o elevador, aproveita suas pernas e vá pelas escadas.

Ir de bicicleta ao trabalho

Se tiver oportunidade, deixar o carro em casa e vá de bicicleta para o trabalho.

Evitar Dietas Extremas

As dietas baixas em calorias, e durante um tempo prolongado, reduzem o metabolismo basal, e elevam o cortisol. Perder peso, não é tão simples como reduzir calorias.

Embora seu objetivo seja a definição, manter um défice de calorias durante bastante tempo, há certas consequências sobre o seu metabolismo.

Faça Rotinas de Força

Manter um metabolismo acelerado está relacionado com a quantidade de massa muscular. Para perder gordura e manter massa muscular, estímulo do treino fará com que o organismo recebe a ordem de que, efetivamente, esses músculos “ainda precisamos”.

Reduz o Cardio Prolongado

Se você acha que longas sessões de exercícios aeróbicos são ideais para melhorar o seu metabolismo, tenho uma má notícia. O cardio de intensidade média, sim, você tem benefícios, mas no que diz respeito ao metabolismo temo que se vão reduzindo, devido à nossa capacidade de adaptação.

Aposta no HIIT

O HIIT produz um enorme impacto sobre o metabolismo em um curto espaço de tempo. Além disso, é muito mais “ameno”. Isso porque, exige um nível e experiência de formação um tanto avançado, se queremos fazer realmente bem.

Fazer séries de HIIT depois de pesos, é uma excelente maneira de estimular o metabolismo. Como por exemplo, em “Assault Bike”, garanto que vai acelerar o metabolismo a mil.

Não passe muito tempo Sentado

Não é uma boa opção mantê-lo sentado muito tempo, tanto porque estas, em repouso, e, por outro lado, vai em contra de sua musculatura (encurtamento). Você pode fazer pausas curtas, a cada certo tempo, e aproveita para esticar, ou até mesmo fazer flexões ou agachamento.

Existem ambientes de trabalho conhecidos como “Standing Desk” e que simplesmente estão adaptados para que possamos trabalhar de pé. Obviamente, não é necessário estar todas as horas de pé.

Alimentos que Aumentam o Metabolismo

A digestão da proteína requer de um grande gasto calórico do organismo em comparação com os carboidratos e gorduras (efeito termogênico induzida pelos alimentos). Assim que você tenta completar as suas metas de proteínas por dia e favorecer o metabolismo.

Especiarias Picantes

Por outro lado, você pode fazer muito mais saboroso e de seus saborosos pratos adicionando certas especiarias, acima de tudo, as picantes: pimenta caiena e pimenta preta tem um efeito termogênico extremamente potente.

Suplementos Emagrecedores

De fato, muitos suplementos emagrecedores, baseiam-se em suas mesmos extratos, como a capsaicina. Com isso eleva-se a temperatura do corpo e promovem o gasto calórico, mesmo em repouso.

suplemento emagrecedor super slim

O suplemento emagrecedor de última geração, super slim x, especialmente concebido para ajudá-lo a perder o excesso de gordura. É projetado com total transparência, como se pode observar é um dos poucos suplementos queimadores de gordura do mercado. Em sua ficha técnica, o suplemento para emagrecer super slim x, inclui a quantidade exata de cada ingrediente que o compõe.

Chá Emagrecedor

O chá possui diversos benefícios para o nosso organismo, e, por sua vez, sobre o nosso ritmo metabólico. Contém substâncias e princípios ativos com poder antioxidante e outras com “efeito emagrecedor” (EGCG). Você pode consumir em infusões, ou em forma de suplemento antes de treinar.

O chá verde, por exemplo, tem grande poder antioxidante, com efeito termogênico e diurético.

Consuma Gorduras Boas

As gorduras desempenham um papel essencial a nível hormonal. Escolha corretamente as melhores fontes, que contêm ácidos graxos essenciais Ômega-3 (salmão, nozes) ou o óleo de oliva.

Tanto o óleo de oliva, como o de coco são facilmente adicionados em qualquer receita.

Óleo de Coco

Contém triglicerídeos de cadeia média ou MCTs, um tipo de gordura que nosso organismo metaboliza em vez de acumular no tecido adiposo. Além disso, melhora o rendimento esportivo e a emagrecer.

Conclusão

Você pode aplicar todas estas dicas para aumentar o metabolismo, e conseguir queimar mais calorias. Fique atento as dicas do blog, que terá mais chance de emagrecer com saúde.

Principais referências: